É nessa fresta,
Entre os dois universos,
Que na mente quieta
O poder submerso
Vem e casa com o ar,
Que ao adentrar o ser
Sai a perfumar
Do arbusto a morrer
Quando a chuva resolve molhar
Por minutos a fio.
Sem recorrer a ninguém,
Espalha as raízes
O mais fundo que pode,
Regido pela sorte,
Não crê nem na morte.
Tirou seus juízes
Da noção que implode,
Para expor sem cuidado
O seu emaranhado
Antes que o dia volte
E alguém se incomode.
sábado, 29 de maio de 2010
(Des) Apego
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